Início · Plantel
Plantel de cães

O ativo que não aparece em planilha.

Toda proposta de inspeção canina se parece no papel. A diferença está no animal — no que ele foi condicionado a detectar, na validade da certificação e na condição física em que chega para operar.

Composição

Pastores belgas malinois.

Raça de referência internacional em detecção operacional: alta capacidade olfativa, resistência física, estabilidade em ambiente de ruído e vibração, e porte compatível com espaços confinados de embarcação.

Maioria do plantel

Drogas, armas e munições

Cães condicionados a entorpecentes, armas de fogo, munições e resíduo de pólvora, nos protocolos ativo e passivo.

Certificação vigenteManutenção de faro
Diferencial

Cão exclusivo para explosivos

Recurso escasso no mercado nacional. Um cão de explosivos não detecta drogas — a especialização é única e não acumula. Emprego sob demanda.

Alerta passivoSem contato
Linha específica

Dispositivos eletrônicos

Condicionamento ao composto químico presente em componentes eletrônicos — detecta o aparelho ainda que desligado ou sem bateria.

CelularesEscutasMídias
Por que a especialização não acumula
UM CÃO POR
ESPECIALIDADE

O condicionamento a explosivos exige treinamento separado, protocolo de alerta passivo obrigatório e rotina de manutenção de faro própria. Empresa que oferece varredura antibomba com o mesmo cão que faz busca de drogas está oferecendo algo que não existe tecnicamente.

02
Protocolos de alerta
100%
Certificação vigente
Sessões de manutenção por mês
0
Cão sem aptidão em operação
Documentação por animal

O que é mantido e disponibilizado.

Cada cão do plantel possui dossiê próprio, à disposição da contratante para verificação e auditoria.

01

Certificado de treinamento

Identificação do animal, substâncias-alvo condicionadas, protocolo de alerta, carga horária e prazo de validade.

02

Registro de manutenção de faro

Sessões periódicas com odores-alvo controlados, com índice de acerto e de falsos alertas apurados.

03

Ficha técnica individual

Raça, data de nascimento, microchip, condutor titular e histórico de intercorrências.

04

Carteira de vacinação

Imunização em dia, com registro por médico veterinário responsável.

05

Atestado de sanidade

Aptidão clínica emitida por médico veterinário, com reavaliação periódica.

06

Laudo de aptidão operacional

Avaliação técnica de cinotecnia operacional, com parecer de aptidão para o emprego pretendido.

Bem-estar animal

Cão fatigado perde acuidade.

Bem-estar animal não é cortesia — é condição técnica da confiabilidade do alerta. Um animal exausto, doente ou submetido a exposição prolongada deixa de ser um instrumento confiável de detecção.

  • Avaliação antes de cada operação — condição física e comportamental verificada e registrada
  • Reavaliação no retorno — verificação de fadiga, lesão e alteração clínica
  • Revezamento obrigatório — alternância entre duplas para preservar a acuidade olfativa
  • Autoridade do condutor — pode suspender a participação do animal a qualquer momento, sem autorização prévia
  • Veterinário responsável — acompanhamento clínico e atendimento disponível
  • Manejo conforme CFMV — transporte, alojamento, alimentação e descanso segundo as normas do conselho
Recomendação

Peça um teste prático de detecção.

Sugerimos que a avaliação de propostas inclua teste controlado com os cães, aplicado a todos os proponentes — com amostras posicionadas pela própria contratante e sem aviso prévio. É o que revela, em minutos, a diferença entre um cão certificado e um cão qualquer.

WhatsApp